oi de novo

Fala galera, tudo bom? Vi esse mini (mini mesmo) documentário e resolvi compartilhá-lo com vocês! Ele conta sobre uma moça, Luci, que reencontrou a bike após alguns anos afastada e que hoje contagia a família para aderirem ao mundo da bicicleta. Ela ainda é voluntária no Mão na Roda e no Bike Anjo e agora está ajudando na montagem de uma oficina de mecânica para mulheres! Espero que curtam!

– Marina

Por trás da fachada: o documentário

Depois de muitas entrevistas, mais viagens de metrô, mais risadas, mais horas de edições e com certeza muitas mais transformações, apresentamos, com muito orgulho, o produto de tudo isso. O produto desse trabalho que cresceu tanto em nossas vidas e se tornou esse vídeo de dez minutos, que não foi suficiente nem para começar a narrar tudo pelo que passamos. Ainda assim, estamos muito satisfeitas com o resultado e esperamos que vocês também estejam!

– Beta, Mari, Ma e Fê

 

 

 

Sobre wikipraças e um lembrete da importância de tudo isso

Oi amiguinhos
Faz tempo que eu não posto no blog sem ser em um post obrigatório (não desmerecendo a importância de um post obrigatório, claro, mas parece para mim que eu estive um pouco alheia ao assunto ocupação, já que a minha cabeça tem sido ocupada por várias outras obrigações). Mas hoje, nesse dia de estudos intensos, leitura e preparação para as provas, eu fui me distrair um pouco no Facebook e acabei me deparando com essa iniciativa incrível, comentada no grupo feito pelos criadores do movimento “A Batata Precisa de Você”, sobre o qual falamos, inclusive, no nosso documentário.
Parece que o tema ocupação não sai de mim, não importa o que eu faça. E que ótimo, por que é sempre bom relembrar a importância que o assunto ao qual dedicamos um ano todo de pesquisa e trabalho é realmente relevante para muitas outras pessoas.
Enfim, queria dividir aqui com vocês essa iniciativa da Wikipraça, que surgiu no Rio de Janeiro com o objetivo de repensar o uso do espaço público para fins colaborativos, por meio de diálogos mais inclusivos entre seus ocupantes. É ainda mais incrível para mim ver como a iniciativa se alastrou: acabou pegando aqui em São Paulo, e lá no Largo do Arouche o espaço é palco para as mais diversas atividades de coletividade e colaboração.
Bom, volto agora para os meus estudos, mas deixo para vocês o texto que li sobre isso, que me lembrou do quão importante é esse tema que procuramos discutir e como é legal ver ele se concretizando do jeito que fez por meio dessa iniciativa.

“A Wikipraça é um espelho de desejos, um megafone para formular propostas” – Bernardo Gutiérrez, idealizador do projeto

– Fê

Avaliando para os muitos outros que estão por vir

Chegamos na reta final do Móbile na Metrópole e, agora, só nos resta refletir um pouco sobre o processo como um todo e propor melhoras para os próximos anos, já que nenhum projeto é perfeito e acreditamos que um feedback vindo dos participantes é mais do que importante para ajudar os professores. Reunimos aqui nossas impressões e considerações sobre esse trabalho, que ocupou um lugar muito especial em nossas vidas e ao qual temos muita admiração.

Como dissemos, nenhum trabalho é isento de falhas. Por mais que as intenções sempre sejam as melhores (e sabemos que são), enfrentamos alguns obstáculos que poderiam ser evitados nos próximos anos para melhorar ainda mais o processo do Móbile na Metrópole, que já foi muito satisfatório e importante para todas nós.

Lidamos com alguns problemas relativos aos prazos, principalmente. Foi recorrente que algumas avaliações fossem entregues depois da data combinada, o que, por mais que saibamos que seja fruto da vida muito atarefada dos professores, achamos que poderia ser diminuido para os anos seguintes, inclusive para agilizar o processo de melhora dos trabalhos e entendimento das avaliações, bem como a conversa entre professor e aluno, que consideramos essencial.

Quanto a críticas sobre os 3 dias de viagem em si, achamos que algumas visitas devem ser revistas, como é o caso da conversa com a escola de samba Vai-Vai. Por mais que a iniciativa fosse boa, uma vez que a escola é parte essencial da história de seu bairro, a conversa acabou um pouco superficial, já que a representante da escola só fez referências distantes aos alunos, tornando a conversa um pouco forçada (do nosso grupo, a Mari foi quem visitou o lugar e nos trouxe essa crítica, que achamos importante incluir aqui).

Por fim, é importante para nós ressaltar que, no geral, ficamos imensamente satisfeitas com o trabalho e o nosso resultado final. Admiramos muito a iniciativa tomada pelos professores, de quebrar com o lado mais acadêmico da escola e propor uma atividade tão grande e transformadora, por mais trabalhosa que seja. Isso nos motivou muito ao longo do processo. É raro ver, em outros colégios, projetos tão vinculados à objetivos maiores, de questionamento, emancipação e inclusão dos alunos em um contexto que abrange a muito mais do que apenas o espaço escolar. Ao longo de tudo isso, fomos transformadas por estarmos submetidas à uma realidade tão escancarada, nos metermos a descobrir a cidade de um jeito que nunca tínhamos feito antes e, por isso, agradecemos muito aos professores.

– Beta, Mari, Ma e Fê

aviso sobre o documentário

Fala galera, tudo em cima? Desculpa avisarmos tão em cima da hora, mas sábado (07/11) vai rolar a Mostra de Artes na Móbile e nosso projeto foi escolhido para participar de uma mostra dos documentários. Não divulgamos o projeto final para ninguém ainda, então vocês terão a chance de ver em primeira mão! Serão exibidos diversos vídeos a partir das 9h30 da manhã. Lá, vocês terão a chance de conhecer os produtores de cada documentário, assim como os professores idealizadores do Móbile na Metrópole!! Nosso documentário iniciará o ciclo, então esperamos todos lá às 9h30 da manhã, no auditório da Móbile!! Até sábado!

– Mari, Ma, Fê e Beta

”Espaço sem uso é de certa forma pacificado, mas é uma paz que não interessa a ninguém.

Por que o espaço público quando é verdadeiramente usado, ele traz os conflitos à tona, ele traz disputas. Então a atual praça Roosevelt se tornou um lugar dessa disputa entre skatistas, moradores, famílias com crianças que se sentem agredidos por aquele uso. Isso é extremamente positivo.” – Guilherme Wisnik

Oi gente, tudo bom? Achei uma uma parte de uma entrevista bem legal que fala da ocupação dos espaços públicos, sua urgência e de quem vem a iniciativa de coletivos nas cidades. Vale a pena ver!

– Marina

se a gente pudesse (ou não) mudar as coisas

Esse post tem como objetivo que reflitamos, em grupo, sobre o que faríamos de diferente durante o processo do Móbile na Metrópole. Fazer isso em grupo, por mais desafiador que seja, é muito importante para nós, para que continuemos com esse caráter coletivo do trabalho, que fizemos o nosso melhor para manter ao longo do tempo.

Sobre o processo como um todo, ficamos bem orgulhosas de ter mantido a unidade do grupo durante o percurso. Achamos que a união de interesses e habilidades particulares de cada uma de nós contribuiu para que nosso trabalho tivesse um pouquinho de cada uma e nos representasse como um todo.


Ainda assim, sempre tem o que melhorar. Poderíamos ter aproveitado melhor o tempo que tivemos durante as férias do mês de Julho, já que teríamos tido mais calma ao fazer entrevistas e gravações de imagens da cidade. Apesar disso, soubemos lidar bem com o curto tempo de realização do projeto, marcando até 3 entrevistas em uma semana, o que foi corrido, mas no final até que deu certo.

Quanto ao blog, concordamos que os posts poderiam ter sido mais frequentes. Assim, ele teria um conteúdo mais constante e concreto, mostrando o quanto nos envolvemos com o tema. Fizeram falta também alguns relatos que poderíamos ter feito sobre o processo no geral, que teriam sido eficientes para mostrar o nosso caminho até o produto final, seja por anunciar as entrevistas, ou até mesmo os lugares a que fomos para gravar o vídeo-argumento e o documentário em si.

Portanto, apesar dos pesares, estamos bastante satisfeitas com nossos resultados, seja no blog, seja no documentário. Esperamos que vocês tenham gostado e se envolvido tanto com o projeto como nós.

– Beta, Mari, Ma e Fê